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	<title>Gravitare</title>
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	<description>Pensamentos que correm a um centro de fluência</description>
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		<title>Gravitare</title>
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		<title>Nova Cara</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 14:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, estava sentindo falta de mudar um pouco o blog. Coisas pequenas, mas mudanças. Um pouco da cara, o endereço conter Gravitare. Resolvi portanto mudar para gravitare.wordpress.com, endereço que já está rodando. Vou permanecer com o arquivo do que foi postado aqui e ele poderá continuar sendo acessado. Mas te convido a mudar seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=395&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>estava sentindo falta de mudar um pouco o blog. Coisas pequenas, mas mudanças. Um pouco da cara, o endereço conter<em><strong> Gravitare</strong></em>. Resolvi portanto mudar para <a title="Gravitare" href="http://gravitare.wordpress.com" target="_blank">gravitare.wordpress.com</a>, endereço que já está rodando.</p>
<p>Vou permanecer com o arquivo do que foi postado aqui e ele poderá continuar sendo acessado. Mas te convido a mudar seu registro do meu blog para o endereço acima.</p>
<p>Obrigado por acompanhar e fica o convite para uma interação.</p>
<p>Abraço,</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/395/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=395&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Caipira, o Brasil e a Igreja</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 02:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cosmovisão]]></category>
		<category><![CDATA[missões]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava voltando de Bauru hoje, no ônibus, após um encontro com o orientador do meu projeto de pós. Pensava sobre as tensões existentes na nossa maneira de pensar o nosso contexto, nossas tradições, as dinâmicas da vida, o sentimento de lar, de nostalgia. Refletindo sobre Identidade Cultural, lendo o livro Cultura Global e Identidade Individual [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=391&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava voltando de Bauru hoje, no ônibus, após um encontro com o orientador do meu projeto de pós. Pensava sobre as tensões existentes na nossa maneira de pensar o nosso contexto, nossas tradições, as dinâmicas da vida, o sentimento de lar, de nostalgia. Refletindo sobre Identidade Cultural, lendo o livro Cultura Global e Identidade Individual (Gordon Mathews). Quando senta ao meu lado um senhor de meia idade, com chapéu de &#8216;caubói&#8217; (prefiria usar o termo caipira, no entanto pode não trazer a referência que quero nesse texto), pedindo as devidas desculpas:</p>
<p>- Dá licença. Me desculpe atrapalhá. Sou gente do bem. Não sou do mal.</p>
<p>E levando sua mão direita ao chapéu, levanta-o a poucos centímetros de sua cabeça, em sinal de respeito, antes de se sentar.</p>
<p>Tivemos um bom diálogo sobre montaria, rodeio, Nossa Senhora, cura, enfim, vida&#8230; A vida dele, do jeito dele, sua realidade!</p>
<p>No diálogo tentava escolher meu vocabulário. Não porque via nele um homem simples, o pejorativo caipira. Escolhia porque aqui sou estrangeiro!</p>
<p>Um dos erros da atuação missionária Brasil afora é a falsa concepção que temos de uma identidade nacional única. Basta olharmos para a nossa atuação missionária na cidade de Piratininga ou para as igrejas aqui presentes para percebemos que contexto e cultura não fazem sentido, não são considerados como importantes. Isso, para não dizer, que tais atuações são fruto das já-ainda-não superadas mentalidades progressistas que fazem do caipira ou de qualquer outra expressão cultural que não faz referência à cidade grande algo pejorativo e alvo de mudança.</p>
<p>Embora não seja nossa cidade natal e percebamos que há diferenças no &#8220;jeito de ser&#8221;, vemos que aqui tem carros, obedecemos &#8211; teoricamente &#8211; as mesmas leis, falamos a mesma língua &#8211; embora não pareça verdade&#8230; Estamos no Brasil e desconsideramos qualquer aporte transcultural.</p>
<p>Me incomoda também pensar no que muitos tem chamado de &#8220;cultura do Reino&#8221;. Imperialismo, homogeinização, imposição e sofrimento já escreveram muito da história de um povo que diz que é de Deus e que encontrou uma maneira certa para viver.</p>
<p>Que no Reino haja festa junina, folia de reis, moda-de-viola, caipirês.</p>
<p>Que nós, missionários, sejamos menos um Jesus paulistano, mostrando que &#8220;amô tem diverso modo sê&#8221;!</p>
<p>Ao descer do ônibus, levantei meu boné, correspondido pelo aceno caipira do chapéu. Um misto de vergonha e reconhecimento: da distância a ser vencida entre a igreja que sou e o caipira a quem desejo servir!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/391/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=391&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Aroma suave</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 21:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adoração, missão e Igreja&#8230; O que nos leva a querer reformar? Nossa insatisfação ou o olhar profundo pelo que Deus plantou e a costatação dos seus desvios vividos hoje por cada um de nós? Com as devidas aberturas e críticas antropológicas às considerações e criticas ao imperialismo americano, ao pensamento progressista e ao uso das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=388&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoração, missão e Igreja&#8230; O que nos leva a querer reformar? Nossa insatisfação ou o olhar profundo pelo que Deus plantou e a costatação dos seus desvios vividos hoje por cada um de nós?</p>
<p>Com as devidas aberturas e críticas antropológicas às considerações e criticas ao imperialismo americano, ao pensamento progressista e ao uso das missões para expansão de um ideal que não necessariamente é correlato ao Evangelho, compartilho algumas palavras de um missiólogo americano, Dr. R. Pierce Beaver. Espero que auxilie na nossa compreensão de quem somos em Cristo e da nossa participação na História, como natureza desta nova humanidade nEle.</p>
<blockquote><p>&#8220;Na missão, a ação social segue a linha dos apóstolos do passado (&#8230;) Seu interesse nunca se limitou à simples prestação de auxílio. O missionário itinerante carregava consigo uma sacola de medicamentos, sementes ou plantas novas ou selecionadas e um rebanho melhorado. Nevius introduziu a nova indústria dos pomares em Shantung. Os missionários Basiléia revolucionaram a economia de Gana ao instroduzirem  o café e o cacau plantados por famílias e indivíduos em suas próprias terras. James Mckean transformou a vida da Tailândia do Norte ao eliminar suas três maiores pragas: a varíola, a malária e a lepra. os poços e a água pura geralmente apareciam através da ajuda dos missionários. As escolas industriais foram uma ênfase durante todo o século XIX,  e estabeleceram-se indústrias (&#8230;) Eram geralmente os missionários que protegam os povos nativos contra a exploração e a injustiça por parte dos governos e das campanhas comerciais (&#8230;) Eles desempenharam um papel muito importante na abolição do trabalho forçado no Congo. Resistiram ao comércio de escravos no Sul do Pacífico. Lutaram ferrenhamente pelos direitos humanos no combate ao ópio, à atadura dos pés e à exposição de meninas recém-nascidas na China. Abriram guerra à queima das viúvas, ao infanticídio e à prostituição sagrada na Índia; e, acima de tudo, romperam a escravidão social e econômica do sistema de castas que afetava os inferiorizados e marginalizados (&#8230;)&#8221;</p>
<p>(Em <em>O Cristão em Uma Sociedade Não-Cristã</em>, John Stott, pg. 21-22)</p></blockquote>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/388/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=388&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Igreja e o Mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 23:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[missões]]></category>
		<category><![CDATA[Jürgen Moltmann]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Onde está a Igreja verdadeira? Na comunidade manifesta em palavra e sacramento ou na irmandade latente do Juiz ocultado nos pobres? Poderão coincidir as duas coisas? Se levamos a sério as promessas da presença de Cristo, precisamos falar da irmandade de fieís e uma irmandade do menor dos seus irmãos com Cristo. &#8220;Aquele que te [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=382&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Onde está a Igreja verdadeira? Na comunidade manifesta em palavra e sacramento ou na irmandade latente do Juiz ocultado nos pobres? Poderão coincidir as duas coisas? Se levamos a sério as promessas da presença de Cristo, precisamos falar da irmandade de fieís e uma irmandade do menor dos seus irmãos com Cristo. &#8220;Aquele que te ouve a mim me ouve&#8221;, &#8220;Aquele que os visita a mim visita&#8221;.[...] Se a Igreja recorre ao Cristo crucificado e ressureto, não deveria ela representar esta dupla irmandade de Cristo em si mesma e fazer-se presente em obra e em Espírito, em sacramento, em comunhão e em todos os poderes criativos entre os pobres, os famintos e os cativos? [...] Assim, a Igreja, com sua missão, estaria presente onde Cristo a espera, entre os oprimidos, os enfermos e os cativos. O apostolado afirma o que a Igreja é. O menor dos irmão de Cristo mostra a quem a Igreja pertence&#8221;. (Jürgen Moltmann)</p></blockquote>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/382/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/382/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=382&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Guerra e Pacifismo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 16:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Moral]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[CS Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[mal]]></category>
		<category><![CDATA[pacifismo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;É de se perguntar se há alguma outra esperança, uma vez que a esperança de extinguir a guerra pelo pacifismo é frágil. Entretanto, a questão permanece a um modo de pensamento que para mim é muito estranho. Consiste em supor que as grandes infelicidades permanentes da vida humana devem ser curáveis se tão-somente pudermos encontrar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=378&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;É de se perguntar se há alguma outra esperança, uma vez que a esperança de extinguir a guerra pelo pacifismo é frágil. Entretanto, a questão permanece a um modo de pensamento que para mim é muito estranho. Consiste em supor que as grandes infelicidades permanentes da vida humana devem ser curáveis se tão-somente pudermos encontrar a cura certa; e, em seguida, procede por eliminação e conclui que tudo quanto permanece, embora imrpovável para prover a cura, deve, contudo, provê-la. Daí o fanatismo dos marxistas, dos freudianos, dos eugenistas, dos espiritualistas e dos douglistas, dos unionistas, dos vegetarianos, e de todos os demais. Eu, porém, não tive nenhum garantia de que qualquer coisa que possamos fazer erradicará o sofrimento. Aredito serem os melhores resultados os obtidos por gente que trabalha em silêncio e diligentemente com objetivos restritos, como a abolição do tráfico de escravos ou a reforma do sistema prisional, as leis de proteção aos trabalhadores das indústrias ou o combate à tuverbucole, não por aqueles que acham que podem alcançar a justiça, a saúde, ou a paz universal. Acredito que a arte da vida consiste em enfrentar, da melhor maneira, cada mal imediato. Evitar ou adiar determinada guerra por sabedoria política, ou encurtar determinada campanha com a força e habilidade ou deixá-la menos hedionda por misericórdia pelos vencidos e pelos civis é mais útil que todas as propostas de paz universal que já se fizeram. Exatamente como o dentista que pode estancar uma dor de dente merece mais da humanidade que todos os homens que julgam ter um plano para produzir uma raça perfeitamente saudável.&#8221; <em>(<strong>C.S. Lewis</strong>, O Peso da Glória, pgs. 80-81)</em></p></blockquote>
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		<title>Precisamos de uma nova Reforma Protestante? &#8211; Dom Robinson Cavalcanti</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 17:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Robinson Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Não gosto e não costumo pegar textos de outros sites. Mas considero o texto tão pertinente que gostaria, além de compartilhar por aqui, possuí-lo no meu histórico de postagens. Bom proveito, com os devidos créditos! Precisamos de uma nova Reforma Protestante? Por Dom Robinson Cavalcanti, bispo anglicano da Diocese do Recife. Precisamos da Reforma Protestante [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=374&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<p>Não gosto e não costumo pegar textos de outros sites. Mas considero o texto tão pertinente que gostaria, além de compartilhar por aqui, possuí-lo no meu histórico de postagens. Bom proveito, com os devidos créditos!</p>
<h2></h2>
<h2>Precisamos de uma nova Reforma Protestante?</h2>
<p><em>Por Dom Robinson Cavalcanti, bispo anglicano da Diocese do Recife.</em></p>
<p>Precisamos da Reforma Protestante hoje, é uma afirmativa que estou fazendo. Não precisamos de uma <em>“nova reforma”</em>, mas de nos apropriarmos, com sinceridade, com determinação, com convicção, com discernimento, com coragem, com atualização, da sua herança, tornando-a não somente autêntica, mas renovada, atual e relevante</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Falo essa noite a uma plateia de protestantes, e falo como protestante. Falo em um País onde as estatísticas referentes ao número de fiéis de igrejas que pretendem algum vínculo com o Protestantismo não para de crescer, Censo após Censo, quando começamos praticamente de zero, ao nos tornar uma nação independente em 1822. Um dos grandes debates entre sociólogos da religião e estatísticos é quando iremos parar de crescer, ou se iremos parar de crescer. O Protestantismo é um dado relevante não somente no Brasil, mas em toda a América Latina.</p>
<p>Por sua vez, o Congresso Lausanne III, realizado na Cidade do Cabo, África do Sul, em outubro do ano passado, reunindo clérigos e leigos da mais ampla diversidade denominacional, foi uma demonstração evidente de que o Cristianismo é uma religião que, finalmente, se tornou um fenômeno global, mas de que o Protestantismo é, em grande parte, o responsável para que o Evangelho esteja sendo pregado a quase todas as nações. O ímpeto missionário protestante não tem diminuído, mas se diversificado.</p>
<p>Dentro de seis anos, exatamente, em 31 de outubro de 2017, estaremos, em todo o mundo, comemorando os 500 anos da Reforma Protestante do Século XVI. 500 Anos, cinco séculos, meio milênio, é um bocado de tempo. Algumas organizações eclesiásticas e intereclesiásticas internacionais já estão elaborando uma vasta programação, de celebração, de avaliação e de projeção. Essa <strong>Semana Teológica Água da Vida</strong>, de fato, vive um momento de pioneirismo, como que dando o pontapé inicial. E o fazemos na Baía da Guanabara, onde, ainda no século XVI, aportaram os pioneiros huguenotes, onde foi celebrada a primeira Santa Ceia protestante nas Américas, e onde foi elaborado o primeiro documento doutrinário reformado nesse Novo Mundo, a Confissão de Fé Fluminense.</p>
<p>Tornei-me, pessoalmente, um protestante, por convicção e opção, três anos após a minha conversão, ao professar a minha fé em uma Igreja Luterana, no Culto alusivo à Reforma, como um dos momentos culminantes de uma jornada espiritual, que continua até hoje. Escrevi, certa vez, em um jornal secular de grande circulação, considerar o <strong>31 de outubro de 1517</strong> a data mais importante da Igreja depois do Dia de Pentecostes. E continuo considerando.</p>
<p>Movida por Deus, mas realizada por homens, nas palavras de Martinho Lutero, <em>“simultaneamente justificados e pecadores”</em> (<em>‘simul justus et pecator’</em>) a Reforma foi responsável por grandes feitos e por grandes erros. A nós, hoje, em um constante processo de atualização, nos cabe a honra de reproduzir os grandes feitos, e corrigir e não repetir os grandes erros, nessa Reforma que está permanentemente se reformando, não em seu conteúdo, mas, exatamente, em suas formas, seus métodos, suas abordagens, suas ênfases, suas contextualizações, suas linguagens, suas polêmicas e suas apologéticas.</p>
<p>Repudio, com o máximo de veemência, os que a acham ultrapassada, vencida, uma página da História que está a ter as suas páginas viradas para sempre. Lamento aqueles – inclusive em nosso País – que dela passam a se envergonhar e a negar, quando, muitos desses, um dia vibraram com o seu legado e se orgulharam da sua identidade.</p>
<p>Precisamos da Reforma Protestante hoje, é uma afirmativa que estou fazendo. Não precisamos de uma <em>“nova reforma”</em>, mas de nos apropriarmos, com sinceridade, com determinação, com convicção, com discernimento, com coragem, com atualização, da sua herança, tornando-a não somente autêntica, mas renovada, atual e relevante.</p>
<p><strong>I – Cenário Passado</strong></p>
<p>A Igreja, como Povo da Nova e Eterna Aliança, Novo Israel, novo Povo de Deus de todos os povos e para todos os povos, foi criada no coração do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, como portadora das Boas Novas e sinal, primícia e vanguarda da Nova Humanidade, tendo sua inauguração no Dia de Pentecostes sob o poder do Espírito Santo, e tem estado presente de forma ininterrupta na História por dois mil anos, e assim estará, com Ele presente, até a consumação dos séculos.</p>
<p>Portanto, a História da Igreja não começa no Século XVI, mas no século I. Não começa com as 95 Teses de Lutero, mas com o discurso de Pedro. Não começa em Wittemberg, mas em Jerusalém. E, muito antes do Imperador Constantino, no quarto século, a Igreja já tinha se espalhado por todo o mundo civilizado de então; já tinha definido o Cânon do Novo Testamento e ratificado o Cânon judaico do Antigo Testamento; já tinha definido o conteúdo das doutrinas básicas emanadas dessas Escrituras: a Santíssima Trindade, as duas naturezas, o nascimento virginal, a morte vicária, a ressurreição, a natureza da Igreja, o Retorno do Senhor e o Juízo Final, o Novo Céu e a Nova Terra; já tinha definido os Sacramentos do Batismo e da Eucaristia; já tinha estabelecido ministérios de bispos, presbíteros e diáconos; já tinha estabelecido um padrão do governo e deliberação nos Concílios. E, tudo isso, sob a fórmula <em>“pareceu-nos bem ao Espírito Santo e a nós”</em>.</p>
<p>As bases fundamentais da Igreja nada têm a ver com Constantino, mas foram estabelecidas antes dele, nesse legado pensado, ensinado e transmitido pelos Apóstolos, pelos Pais Apostólicos e pelos Pais da Igreja. E era assim que os Reformadores Protestantes acreditavam. Eles nunca pretenderam criar uma nova igreja, fundar uma nova igreja, mas reformar a Igreja de sempre, Una, Santa, Católica e Apostólica. Eles repudiavam o romanismo, não o catolicismo, a fé universal histórica. Eles não traziam nada de novo senão a reafirmação do antigo e do eterno. Os Reformadores olhavam para o Oriente, onde estavam as Igrejas Bizantinas, as Igrejas Pré-Calcedônias (ou Jacobitas), as Igrejas Assírias (ou Nestorianas) e as Igrejas Uniatas (autônomas, mas vinculadas a Roma), e olhavam para o Ocidente, para a Igreja Romana ou Latina, e lamentavam e repudiavam os seus <em>“erros, desvios e superstições”</em> acumulados ao longo dos séculos, pretendendo questioná-los e expurgá-los, mas, unanimemente as consideravam como<em> “ramos autênticos da única Igreja de Cristo”</em>. E não era outra a sua visão em relação às manifestações proto-reformadas, como os valdenses e os hussitas ou moravianos.</p>
<p>Resgatar hoje a Reforma Protestante é resgatar essa visão dos Reformadores sobre o que acontecera antes deles, e, em decorrência, é repudiar, repito, repudiar, como uma terrível heresia, que nos trouxe danos incomensuráveis, a teoria que afirma uma suposta <em>“apostasia geral da Igreja”</em>, como se o Espírito Santo tivesse se ausentado da terra entre a morte de João e o nascimento de Lutero. Calvino, Lutero, Cranmer – todos eles – jamais pensaram assim, e condenariam quem pensasse assim, mas assumiam o passado e afirmavam a presença ininterrupta do Espírito Santo. Todos eles se referiam aos Concílios e aos Pais da Igreja. As Confissões de Fé da Reforma, por sua vez, reafirmam todos os artigos do Credo dos Apóstolos e do Credo Niceno, ampliando e aprofundando alguns temas, especialmente a autoridade das Sagradas Escrituras, a centralidade do sacrifício de Cristo e a salvação pela Graça mediante a Fé.</p>
<p>Uma questão central é: no que nos distanciamos hoje dos Reformadores?</p>
<p>Em<strong> primeiro lugar</strong> desse olhar positivo sobre todo o passado, desse assumir todo o passado, desse assumir toda a História, o que nos faz continuar críticos dos <em>“desvios, erros e superstições”</em>, mas que nos deveria fazer, também, respeitosos e abertos a aprender com as antigas Igrejas não-reformadas, e a dizer que, nos quinze séculos anteriores à Reforma, a cada domingo que se celebrava a Ressurreição e se recitava os Credos, ali estava – com todas as suas limitações – a Igreja de Cristo e não a apostasia do anti-cristo. Os embates travados nesse continente com a Igreja Romana, e os longos períodos de perseguição e discriminação, tornou a comunidade protestante mais vulnerável a aderir à heresia da <em>“apostasia geral da Igreja”</em>, e hoje, afirmando as nossas convicções protestantes, repudiamos essa heresia e reafirmamos o pensamento dos nossos antepassados na fé.</p>
<p>Em <strong>segundo lugar</strong> quando substituímos a autoridade das Sagradas Escrituras pelo racionalismo, de um lado, ou pelas revelações particulares e pelas experiências, do outro lado. <em>Sola Scriptura</em>, é uma Bíblia crida, aberta e exposta, como Palavra de Deus, nada ensinando ou requerendo que seja crido que por ela não se possa provar, quando substituímos a <em>Sola Gratia</em> pela Lei e pelas Obras, nas exigências legalistas e moralistas dos usos e costumes, quando substituímos a <em>Sola Fide</em> como dom de Deus que recebe a Graça, por um <em>“pensamento positivo”</em> que impõe ao céu a sua saúde e a sua prosperidade.</p>
<p>Começamos a Reforma com seis ramos do Cristianismo e a terminamos com uma dúzia apenas, pois o denominacionalismo não havia ainda surgido, e nem o termo <em>“denominação”</em> era sequer conhecido ou usado, porque, nem está na Bíblia, nem está nas Confissões de Fé Reformadas; nem está nos escritos dos Reformadores, porque eles repudiavam como pecados contra o Espírito Santo, tanto as heresias, que atentam contra a verdade, quanto os cismas, que atentam contra a unidade.</p>
<p>A Bíblia foi traduzida para um número cada vez maior de idiomas, escolas, universidades, hospitais foram espaços concretos do amor de Cristo às nações, o analfabetismo foi reduzido, vidas foram transformadas, culturas foram impactadas, o trabalho foi valorizado, a família afirmada, bem como a dignidade de toda a pessoa humana, em um vigoroso empreendimento missionário que, apesar dos seus inúmeros equívocos, teve uma inegável dimensão civilizatória. A Reforma Protestante, em seu conjunto, tornou o mundo melhor.</p>
<p>Expansão missionária que, por meio de missionários estrangeiros e pioneiros nacionais chegou até ao Brasil, sob fortes restrições legais e discriminações sociais, que varou os sertões ao lombo de burro, levando luzes onde havia escuridão da alma, e que nós hoje somente estamos aqui na esteira do seu ministério sacrificial. E, nessa noite, é nosso dever expressar a nossa gratidão e honrar a sua memória.</p>
<p>A Reforma deixou de ser algo longínquo, na Europa, ou na América do Norte, para ser algo vivo e atual no Brasil. Graças a Deus, por isso!</p>
<p><strong>II – Cenário Atual</strong></p>
<p>O avanço protestante foi originalmente obstaculado no Leste e no Sul da Europa, mas se desenvolveu no Centro e no Norte daquele continente, inclusive como religião oficial. Essa vinculação com o Estado não foi benéfica, e, rapidamente, deu lugar a uma imensa maioria de membros nominais e uma minoria de comprometidos, embora tenha tido um papel de plasmar marcas importantes da cultura e das instituições. Posteriormente, o avanço da Teologia Liberal – universalista quanto à salvação – acelerou o esvaziamento dos templos. Hoje, com a ideologia Secularista e a imigração de membros de outras religiões, particularmente do Islã, já se fala de uma Europa pós-cristã, onde, o que é mais grave, o Cristianismo vem sendo discriminado e perseguido pelo Estado e pela Sociedade secularizadas.</p>
<p>Quadro semelhante vai se dando também no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia, e, em menor velocidade, mas não menos evidente, nos Estados Unidos da América.<em> Philip Jenkins</em>, essa sua obra agora clássica, <em>A Próxima Cristandade</em>, nos fala de um deslocamento, mais uma vez, do Cristianismo, do Norte e do Oeste para o Sul e o Leste do globo, notadamente para a África Sub-Saariana, para a América Latina e para algumas áreas da Ásia e da Oceania.</p>
<p>E aí vamos detectar alguns problemas internos enfrentados pelo Protestantismo, nas suas origens, com rebatimentos atuais.</p>
<p>O <strong><em>primeiro </em></strong>foi a sua preocupação com a Soteriologia à custa da Eclesiologia, resultando em uma débil doutrina sobre a Igreja, a partir de uma ruptura com o modelo histórico episcopal, e a criação do modelo presbiteriano e do modelo congregacional. A autoridade da Bíblia foi afirmada, mas não se elaborou instituições sólidas, que garantissem a manutenção desse princípio, fortemente atacado de fora pelo Racionalismo e de dentro do Liberalismo.</p>
<p>O <strong><em>segundo</em></strong> foi a distorção quanto ao princípio do <em>“livre exame”</em>, entendido originalmente como livre acesso, por uma visão posterior de uma <em>“livre interpretação”</em>, dentro do individualismo burguês decorrente do modo de produção capitalista e da urbanização, resultando em um caos doutrinário interminável.</p>
<p>O <strong><em>terceiro</em></strong>, a partir dos Estados Unidos nos últimos dois séculos, foi o surgimento do conceito de <em>“denominação”</em> e o fenômeno sócio-eclesiástico do <em>“denominacionalismo”</em>, com uma fragmentação institucional sem fim, e a eliminação do pecado do cisma.</p>
<p>Adicione-se as controvérsias polarizantes das primeiras décadas do século passado, outra vez tendo como epicentro os Estados Unidos, tais como: <em>Liberalismo </em>vs. <em>Fundamentalismo</em>; <em>Evangelho Social</em> vs. <em>Evangelho Individual; Evolucionismo</em> vs. <em>Criacionismo</em>, a atitude de apoio, indiferença ou oposição dos protestantes a Hitler e ao Nazismo, ao Racismo do Sul dos Estados Unidos, ao apartheid da África do Sul, a guerra civil de Ruanda, a um ou outro lado da ideologias em choque na chamada <em>“Guerra Fria”</em>, ou às ditaduras do Terceiro Mundo, inclusive da América Latina, além da falta de sensibilidade cultural de empreendimentos missionários, e teremos uma lista de aspectos negativos e danosos.</p>
<p>Os principais movimentos surgidos no interior do Protestantismo na primeira metade do século passado foram, sem dúvida, o <strong>Movimento Ecumênico</strong>, com uma necessária bandeira da unidade, mas que, depois, se perderia no caminho, sequestrado por uma elite teologicamente liberal; e o <strong>Movimento Pentecostal</strong>, que se, por um lado, teve um aspecto altamente positivo na atualização e na dinamização protestante, por outro lado foi negativamente marcado pelo sectarismo, pela alienação política e pelo antiintelectualismo. No século XXI o Movimento Pentecostal tem sido igualmente afetado por um doloroso processo de fragmentação, menos por questões doutrinárias do que por conflitos de personalidades e a prática de nepotismo.</p>
<p>Novas correntes, como a <strong>Teologia da Batalha Espiritual</strong> e a <strong>Teologia da Prosperidade</strong> apenas concorreram para esgarçar o já débil tecido unificador da comunidade protestante.</p>
<p>O velho Liberalismo Moderno Racionalista tem dado lugar, mais recentemente, ao Liberalismo Pós-Moderno Revisionista, no lugar da verdade pela razão, múltiplas verdades ou nenhuma verdade, o que incluiu um relativismo moral. Em várias tendências do protestantismo atual o passado é atacado e negado em seu valor, inclusive o conteúdo doutrinário, e tanto os racionalistas liberais, quanto conservadores valorizadores das revelações privadas causam imenso dano ao princípio reformado da <em>Sola Scriptura</em>.</p>
<p>Sem dúvida que a expressão mais dinâmica do Protestantismo, nos últimos dois séculos, tem sido o Evangelicalismo, com sua ênfase na Bíblia, na cruz, na conversão, na santificação e nas missões. Mas, como se pode claramente perceber no recente Congresso Lausanne III, na cidade do Cabo, África do Sul, a Igreja está se espalhando rapidamente por todo o mundo, e lideranças nacionais estão sendo treinadas, mas o controle financeiro, político e ideológico dessa corrente majoritária ainda está fortemente nas mãos das organizações sediadas nos espaço euro-ocidental e na cultura anglo-saxã.</p>
<p>Último em citação, mas não em importância, tem sido o avassalador fenômeno do chamado <strong>neo-pentecostalismo</strong>, também conhecido como iso ou pseudo-pentecostalismo, como seitas para-protestantes, pretendendo fazer parte dessa expressão do Cristianismo, mas sem com ele manter vínculos de qualquer natureza, seja histórico, seja teológico, seja doutrinário, trazendo danos à identidade e à imagem do Protestantismo.</p>
<p>Algo que deve ser ressaltado é que o Protestantismo Brasileiro, pela maior parte da sua história, conseguiu se manter ao largo de alguns fenômenos que atingiam negativamente os seus irmãos de outros continentes, chegando inclusive a ensaiar um nativismo e uma inculturação, uma caminhada autóctone, que hoje são apenas<em> “gratas memórias”</em>, porque também fomos atingidos pela fragmentação institucional e doutrinária, pela importação acrítica de ideias e métodos oriundos do centro do poder mundial, pela desvalorização e desconhecimento do passado ou das expressões não euro-ocidentais do Cristianismo, pela falta de ética e pelo coronelismo do poder pessoal de <em>“donos”</em> de igrejas e denominações, com seus caudilhos e sua fogueira de vaidade..</p>
<p>Uma das principais fontes de enfraquecimento da teologia reformada no protestantismo brasileiro se deu na área do louvor, do cântico, porque a Igreja crê no que ela canta, e canta o que ela crê. Devemos apoiar a composição de novos hinos, especialmente com ritmos nacionais, mas, ao abandonarmos os velhos hinários, abandonamos a riqueza e a profundidade da teologia reformada neles contida. A Igreja deixou de cantar a teologia reformada, para ir deixando a própria teologia. O que se canta hoje são genéricas odes à Divindade e a Paz Interior, que pode ser adotada por qualquer monoteísta, e quase nunca tem algo especificamente protestante ou evangélico.</p>
<p>Enfim, o Protestantismo no Brasil é uma força dinâmica, ainda em crescimento quantitativo, mas com sérios problemas originais ou importados, pela superficialidade, pela ausência de um projeto histórico, o que faz com que, apesar do aumento de igrejas e de membros, e de vidas individuais beneficiadas, pouco ou quase nada tem representado em impacto sócio-político-econômico-cultural e na redução dos problemas nacionais, seja a desigualdade social, seja a desonestidade política, seja a violência social.</p>
<p>Tida como uma <em>“igreja adolescente”</em>, ou como <em>“um gigante de pés de barro”</em>, temos o que celebrar; temos potenciais, mas temos muito com o que nos preocupar e, mantido o quadro atual, fica cada vez mais difícil se ser otimista quanto ao futuro. Temos um Protestantismo Brasileiro ou temos <em>“protestantismos brasileiros”</em>? Ou somos apenas um conjunto de indivíduos morenos que professam uma religião estrangeira ou estrangeirizante, incapaz de se enraizar e de amar e santificar a brasilidade, de pensar como nacionais? Por outro lado, uma pergunta que não cessa de nos inquietar: E o que resta do legado da Reforma entre nós?</p>
<p><strong>III – Cenário Futuro</strong></p>
<p>O cenário que se desenhava na primeira metade do século passado, com um número limitado de denominações históricas, de imigração ou de missão, e de denominações pentecostais sérias e éticas, aglutinadas em torno da Confederação Evangélica (1934-1964), em clima de respeito mútuo, e de mais convergências do que divergências, com todos se considerando parte de uma mesma comunidade, portadora de uma mesma herança, partilhando dos mesmos ideais, lamentavelmente se foi, e não parece possível de ser retornado, ao menos em um horizonte previsível.</p>
<p>O cenário que se desenhava por mais de um século, ainda presente na segunda metade do século passado, de um Protestantismo que tinha o Evangelicalismo como corrente hegemônica, em algo que parecia sólido e disseminado, está se esvaindo muito rapidamente nas últimas décadas, minado pelo Fundamentalismo, pelo Liberalismo e pelo Pseudo-Pentecostalismo. Ironicamente, quanto mais<em> “evangélicos”</em> o IBGE atesta em cada Censo, menos evangélicos esses <em>“evangélicos”</em> são…</p>
<p>O cenário que gerou o nacionalismo da Igreja Presbiteriana Independente ou do <em>“Movimento Radical Batista”</em>, os setores e departamentos da Confederação Evangélica, a participação brasileira no Congresso do Panamá (1916), nas CELAs e nos CLADEs, e a inquietação de jovens e de intelectuais na construção de um Evangelicalismo Latino, seja na Aliança Bíblica Universitária (ABU), seja na VINDE, seja na Fraternidade Teológica Latinoamericana (FTL), seja nos Congressos Brasileiros e Nordestinos de Evangelização, hoje pouco mais é do que memoráveis páginas da nossa História, talvez peças de um museu de sonhos, afogados todos na importação de textos, pensadores, preletores e métodos dos centros do poder mundial, reestrangeirizados, com as <em>“fábricas”</em> substituídas por lojas de brinquedos não <em>“Made in China”</em>, mas <em>“Made in USA”</em> ou <em>“Made in UK”</em>…</p>
<p>Em uma época em que a globalização é apenas um sofisma para o neocolonialismo, somos, provavelmente, os mais colonizados de todos os brasileiros.</p>
<p>A Bíblia, cada vez mais vendida, em um sem número de traduções e de comentários domesticadores para todos os gostos, é cada vez menos lida e menos conhecida.</p>
<p>A História Geral e Nacional da Igreja é algo sobre o que não se tem interesse ou se tem um escasso conhecimento. E como teremos futuro, se não temos passado? E como iremos atualizar o que desconhecemos: a vida e a obra dos Reformadores, as Confissões de Fé, a Teologia, os Movimentos, enfim, o conteúdo mesmo da Reforma!</p>
<p>Antigamente, ou tínhamos membros comprometidos ou os chamados <em>“desviados”</em>. Hoje há o <em>“crente de IBGE”</em>, o <em>“descendente de crente”</em>, o <em>“crente nominal”</em>, o <em>“membro de frequência ocasional”</em>, <em>“de vez em quando”</em>, <em>“quando me der na telha”</em>, <em>“bissextos”</em>, os <em>“buscadores de bênçãos”</em>, os eternos migrantes denominacionais, no modelo <em>“religião self-service”</em>, onde se põe de tudo no prato, que se projeta em novas manifestações institucionais, como Assembleianos Calvinistas da Teologia da Prosperidade ou Batistas Renovados do Sétimo Dia, com as nomenclaturas as mais exóticas e as mais patológicas…</p>
<p>Se o poeta já dizia que <em>“navegar é preciso”</em>, não teríamos imagem bíblica mais adequada para o protestantismo brasileiro do que a Arca de Noé, na diversidade e algazarra dos bichos de todos os matizes.</p>
<p>Uma nota de tristeza e de lamento se dirige a uma expressiva fatia da nossa liderança, que foi evangélica no passado, mas que hoje, influenciada por outras correntes, abjura do seu passado, ridiculariza suas antigas convicções e confunde as novas gerações, na sua busca necessária de modelos e de heróis. A dubiedade de tantos diante de temas como o aborto e a agenda gay evidenciam que o Evangelicalismo brasileiro é menos sólido do que pensávamos ou desejávamos que fosse.</p>
<p>Para um futuro próximo não vislumbro grandes e radicais mudanças no presente quadro. Continuaremos a crescer quantitativamente, teremos uma mobilidade social com a nossa expressiva presença na chamada <em>“nova classe média”</em>, moralmente mais conservadora, e que os políticos já estão descobrindo, mesmo fragmentados e divergentes; vamos sendo empurrados pela História como atores sociais significativos, e não teremos uma face, mas várias faces, podendo a nascente Aliança Evangélica aglutinar setores éticos em torno da Teologia da Missão Integral da Igreja e de um Evangelicalismo teologicamente conservador e sócio-economicamente progressista. A criação de um bloco mais maduro passa pela consolidação de algo que já vem se dando há algum tempo: a aproximação entre os históricos que admitem a contemporaneidade dos dons espirituais e admiram o dinamismo dos pentecostais, e os pentecostais que valorizam o legado e o pensamento teológico dos históricos.</p>
<p>Na profusão de denominações, subdenominações, ministérios, jurisdições, comunidades, missões, há o desafio da convivência respeitosa, da busca de um mínimo de ética como testemunho e, com maior esforço, o estabelecimento de pontes de diálogos e de ações conjuntas, onde tanto a Aliança Evangélica, a Sociedade Bíblica e as Ordens e Conselhos de Pastores poderiam jogar um importante papel.</p>
<p>A busca de um diploma reconhecido pelo MEC, antes que o preparo de obreiros tende a fortalecer os cursos de Ciência da Religião à custa dos Cursos de Teologia e da própria produção teológica e da prática pastoral.</p>
<p>A reorganização da Igreja Romana em torno de um núcleo de seguidores mais comprometidos, o espaço dos cultos afro-ameríndios nas academias e na mídia, a indiferença religiosa das elites e o secularismo do Estado são desafios muito fortes, e que, muito provavelmente, forçarão um despertar, ao menos por espírito de sobrevivência.</p>
<p>Não precisamos de uma Nova Reforma, nem de novos Reformadores, mas de uma redescoberta no século XXI das mesmas verdades que foram redescobertas no século XVI, e de líderes que tenham a coragem de reafirmá-las dentro do novo contexto. Como já tenho dito, o futuro está no passado que permite construir o presente.</p>
<p>Creio, firmemente, que o Evangelicalismo representa o somatório de toda a herança reformada e é a sua melhor manifestação. Na diversidade de teologias no mercado, nos cabe lutar pela hegemonia do Evangelicalismo, como princípio e como núcleo condutor de uma reformação das igrejas descendentes da Reforma.</p>
<p>Humanamente, o quadro poderia nos levar a cair no pessimismo, já que o otimismo seria irrealista e inconsequente. Mas, a nossa crença na Providência Divina, no Senhorio de Deus sobre a História, e, em particular, sobre a Sua Igreja, nos permite um realismo otimista, passos de fé, que, em muitos momentos, são <em>“saltos no escuro”</em>, mas, assistidos pelo Espírito Santo, nutridos pela Palavra e pelos Sacramentos, nos resta, em obediência, avançar, certos de que Ele faz nova todas as coisas, pois, o nosso Deus é um Castelo Forte, e, em se tratando da Igreja de Jesus Cristo, <em>“Ninguém detém. É obra santa!”</em>.</p>
<p>Niterói (RJ), 28 de maio de 2011,</p>
<p><em>Anno Domini.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=374&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Crer é também pensar</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 15:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[teologia]]></category>
		<category><![CDATA[fé; John Stott; Lloyd-Jones; pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Assim, pois, a fé e o pensamento caminham juntos, e é impossível crer sem pensar. Crer é também pensar! O Dr. Lloyd-Jones deu-nos um excelente exemplo neotestamentário desta verdade no comentário que fez de Mateus 6:30 em seus Studies in the Sermon on the Mount (Estudos sobreo Sermão da Montanha): &#8216;Ora, se Deus veste assim [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=372&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Assim, pois, a fé e o pensamento caminham juntos, e é impossível crer sem pensar. Crer é também pensar!</p>
<p>O Dr. Lloyd-Jones deu-nos um excelente exemplo neotestamentário desta verdade no comentário que fez de Mateus 6:30 em seus <em>Studies in the Sermon on the Mount</em> (Estudos sobreo Sermão da Montanha): &#8216;Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?&#8217;</p>
<blockquote><p><em>A fé, de acordo com o ensinamento do nosso Senhor nesse parágrafo, é basicamente o ato de pensar, e todo o problema de quem tem uma fé pequena é não pensar. A pessoa permite que as circunstâncias lhe oprimam&#8230; temos de dedicar mais tempo ao estudos das lições de nosso Senhor sobre a observação e a dedução. A Bíblia está repleta de lógica, e de forma alguma devemos pensar que a fé seja algo meramente místico. Nós não nos sentamos simplesmente numa poltrona, permanecendo à espera de que coisas maravilhosas aconteçam. Isso não é fé cristã. A fé cristã é, em sua essência, o ato de pensar. Olhem para os pássaros, pensem neles, e façam suas deduções. Vejam os campos, vejam os lírios silvestres, considerem essas coisas&#8230; A fé, se quiserem, pode ser definida assim: É insistir em pensar quando tudo parece estar determinado a nos oprimir e a nos pôr por terra, intelectualmente falando. O problema com as pessoas de pequena fé é que elas, ao invés de controlarem seus próprios pensamentos, os seus pensamentos é que são controlados por alguma circunstância e, como se diz, elas passam a rodar em círculos. Isso é a essência da preocupação&#8230; Isso não é pensamento; isso é ausência completa de pensamentos, é não pensar.&#8221;</em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align:right;">(John Stott, citando Marty Lloyd-Jones, em <strong><em>Crer é Também Pensar</em></strong>, Editora ABU, pgs. 36-37)</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/372/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=372&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Homossexualismo e a (des)graça</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 19:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Graça]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Moral]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualismo; graça; igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias uma decisão do Supremo Tribunal em favor de direitos aos homossexuais despertou uma chuva de palavras por parte da sociedade e, pela minha ótica, da igreja brasileira. Sinto perceber que o legalismo e a falta de amor por parte desta ficaram evidentes nos ultimos dias. A Biblia coloca o homossexualismo sempre de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=362&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias uma decisão do Supremo Tribunal em favor de direitos aos homossexuais despertou uma chuva de palavras por parte da sociedade e, pela minha ótica, da igreja brasileira. Sinto perceber que o legalismo e a falta de amor por parte desta ficaram evidentes nos ultimos dias.</p>
<p>A Biblia coloca o homossexualismo sempre de maneira negativa. Não há contextualização que esconda este fato. Em alguns momentos ela é explícita, como em Romanos 1.26-27, mas é importante considerarmos que ela traz consigo outros pecados. Obviamente isso não abranda, mas deve balizar as nossas ações de uma forma mais coerente &#8211; é só ler a sequência, do 29 ao 32.</p>
<p>Mas a mentalidade evangélica brasileira é incapaz de refletir sobre o ser humano numa perspectiva de graça.</p>
<p>O que não entendemos é que não precisamos fazer algo para sermos aceitos por Deus. As mudanças necessárias são fruto e não condição. Crer na obra do Espírito Santo é crer que o amor de Deus derramado sobre nós nos transformará.  Isso provavelmente se dará de maneira incompleta e trabalhosa enquanto nesta finitude, sendo que este processo não é determinado por uma régua padrão espiritual, mas leva em consideração o individuo, em sua história, contexto e caracteristicas particulares, e a vontade de Deus, para aquele indivíduo.</p>
<p>A Lei veio para mostrar que não conseguimos vencer os desafios da vida sozinhos, mostrar que somos incapazes de escolher pelo bem, tanto o nosso como o do nosso próximo.</p>
<p>Escutei a poucos dias um pastor falando sobre o tema &#8220;Cristianismo Hoje&#8221;. Foi perguntado a ele qual o nosso papel frente a igreja para que pudessemos voltar a um cristianismo sadio. A resposta foi: precisamos denunciar. Não acho que a denúncia não exista. Basta olharmos para os milhares de blogs que lançam suas vozes sobre os acontecimento diários, tentando arriscar uma interpretação cristã sobre tais fatos &#8211; como este blog, por exemplo. Mas a minha constatação é de que não conseguimos fazer isso com graça e amor. Falta-nos a unidade, a mesma mente, o mesmo coração&#8230; Deparamo-nos com a imagem de uma igreja que não pastoreia porque não ouve a voz do Bom Pastor.</p>
<p>Esse, para mim, é o maior paradoxo e desafio encontrado em Cristo. Sua denúncia, na maioria das vezes, era a consequência imediata de uma escolha de vida e ação que abraçava a verdade e a aceitação. Ao olhar para o oprimido, aceitá-lo e ir ao encontro dele, naturalmente se tornava escândalo e denúncia ao opressor.</p>
<p>Isso quer dizer que provavelmente tenhamos pessoas, que optaram pelo homossexualismo, por muitos anos dentro de nossa igreja. Elas não precisam esconder sua opção e não devemos esconder o enisno correto da Palavra. Assim como teremos pessoas com muitos anos de &#8220;conversão&#8221; lidando com a fofoca, o julgamento, o desrespeito com a família, os divorciados, os jovens que transam antes de casar, o consumismo que faz de nossas igrejas shoppings sacros legalizados, e tantos outros desafios da &#8216;carne&#8217; que vivem com o legítimo desejo de amar e adorar ao Deus Santo. Não vencemos o pecado dizendo o que pode ou não pode, mas nos colocando a disposição do pecador para caminharmos, juntos, no sofrimento e luta que o pecado proporciona a cada um de nós.</p>
<p>Que onde abunda o pecado, superabunde a graça. Que nossas atitudes demonstrem que tanto o querer quanto o  realizar vem de Deus, que não exigiu nada para nos amar, mas que é poder, misericordia, graça e justiça ao nos transformar.</p>
<p>A única maneira de sermos exemplo como Igreja é demonstrando nossa finitude e nossa incapacidade de escolher e fazer o bem.  Ao nos tornarmos &#8220;farinha do mesmo saco&#8221;, como seres humanos carentes da graça salvadora, mostraremos ao mundo a graça e o poder da Vida, Cristo, e a revelação de que todas as coisas são dEle, por Ele e para Ele, inclusive todos os reflexos de bondade e santidade que possam ser vislumbrados em alguns momentos em nós.</p>
<p>Que a defesa de nossa fé seja alicerçada e nasça do amor incondicional, ação do Cristo ressurreto em nós!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/362/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/362/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=362&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lições de Francisco de Assis</title>
		<link>http://guilhermestutz.wordpress.com/2011/05/03/licoes-de-francisco-de-assis/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 23:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco de Assis]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O alvo de Francisco era imitar a vida e ministério de Jesus. Ele compreende que esse modelo possuía as seguintes características: humildade, simplicidade, pobreza, obediência e oração. Essas características podem ser entendidas da seguinte maneira: 1. Humildade: uma prova de quebrantamento interior 2. Simplicidade: uma prova de desprendimento 3. Pobreza: uma prova de compromisso 4. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=359&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O alvo de Francisco era imitar a vida e ministério de Jesus. Ele compreende que esse modelo possuía as seguintes características: humildade, simplicidade, pobreza, obediência e oração. Essas características podem ser entendidas da seguinte maneira:</p>
<p>1. <strong>Humildade</strong>: uma prova de quebrantamento interior</p>
<p>2. <strong>Simplicidade</strong>: uma prova de desprendimento</p>
<p>3. <strong>Pobreza</strong>: uma prova de compromisso</p>
<p>4. <strong>Obediência</strong>: uma prova de submissão</p>
<p>5. <strong>Oração</strong>: uma prova de dependência</p>
<p>Ao meu ver, essas também devem ser marcas distintas para a pastoral atual. Vivemos em uma sociedade onde cada vez mais o individualismo, a tecnologia e o dinheiro são alvos buscados. A pastoral que não é humilde, que não busca ser quebrantada, será como o sacerdote e o levita da parábola do Bom Samaritano, que passou ao largo, sem importarem com a realidade e condição do caído. Viver nos dias atuais sem quebrantamento é o mesmo que não se importar com a dor alheia. Na pastoral de Jesus havia espaço para os quebrantados: &#8220;O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu, para pregar as boas novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração&#8230;&#8221; (Is61.1)</p>
<p>&#8220;Para Francisco, o Evangelho é Cristo&#8221; (Leonardo Boff)&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><em>Por Jorge Henrique Barro</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Práxis &#8211; Revista de Teologia Prática Latino Americana &#8211; Número 5 &#8211; 2004</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/guilhermestutz.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/guilhermestutz.wordpress.com/359/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=359&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Filme aborda a musicoterapia</title>
		<link>http://guilhermestutz.wordpress.com/2011/04/29/filme-aborda-a-musicoterapia/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 14:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilhermestutz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Musicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[musicoterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já havia ficado feliz por ter visto no filme Discurso do Rei alguns elementos da musicoterapia. Esse filme, cujo trailler está postado abaixo, parece que abordará o tema de forma mais profunda. É baseado em uma das histórias de Oliver Sacks.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=guilhermestutz.wordpress.com&amp;blog=7090891&amp;post=357&amp;subd=guilhermestutz&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já havia ficado feliz por ter visto no filme Discurso do Rei alguns elementos da musicoterapia. Esse filme, cujo trailler está postado abaixo, parece que abordará o tema de forma mais profunda. É baseado em uma das histórias de Oliver Sacks.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://guilhermestutz.wordpress.com/2011/04/29/filme-aborda-a-musicoterapia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/bdeVAHCIIS8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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